domingo, 15 de junho de 2008

Passoble, Tango e Valsa

Ontem queria mesmo voltar a dançar. Não consegui. Dançar é sentir com o corpo, esquecer completamnte aquelo sexto sentdo - o proprioceptivo, como dizem. Conhecendo um pouco o caminho é abandonar-se ao ritmo que nos transporta, levando connosco a nossa companheira...

Assim seria bonito, sem dúvida. Mas nem sempre é assim. Duas razões principais: o ritmo e a companheira e ainda um terceiro motivo, dependente dos dois anteriores que é a combinaçao dos três elementos. Às vezes não combinam mesmo e então não há nada a fazer. Foi o que aconteceu.

O Passadoble mais parece uma marcha militar. Cedo percebi que à minha parceira não lhe agradava o ritmo ou o par. Não foi preciso perguntar, disse-mo logo, o que às vezes é melhor: O Passadoble é só atitude, não tem mais nada...

Compreendi perfeitamente e não insisti mais. Também não conseguiria ser mais sucinto e sintético. Não havendo atitude, não há Passodoble, mas menos ainda Tango. Seria impossível. Aí para além de atitude, é preciso saber e combinar. Essa sequência e combinação de domínio é exigente e é preciso que os parceiros de dança se conheçam, ou que queiram conhecer-se naqueles compassos. Não era o caso e decidimos parar. Voltei para o meu par.

A Valsa, teve que ser a inglesa para terminar o dia com calma e beleza.

Rima e é de propósito.


Sem comentários:

Enviar um comentário

Hmmm! Let's look at the trailer...

Siga o Tio pelo e-milio