sábado, 21 de fevereiro de 2009

Parabéns




No meu fuso horário é quase meia noite, ou seja estamos a chegar a Domingo!

Estive a tarde toda na cozinha à volta dos tachos (dos de cozinhar, claro). Tachos, farinha, fermento, ovos, açucar e sobretudo chocolate. Muito chocolate, que sei que gosta.

Pensei que tinha roubado a receita a ùma cozinheira de casaco amarelo (espero que não se importe), mas quando queria citar a fonte e voltei a procurar a receita, já o encontrei noutros lados. Numa cozinha com ternura infinita, noutra com muita pimenta...

Então achei que era a receita perfeita. E basta googlar, para encontar (até rima!).

Espero que a aniversariante gosto do bolo, porque ficou uma maravilha (claro que sou suspeito), mas o que vos parece? Vai uma fatia?

Um dia muito feliz e Parabéns! Olha a sorte de fazer anos no Carnaval...

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Little Boots

Parece que está para breve o seu disco de Estreia.
Anda lá Victoria, não sei se conseguimos esperar muito mais...

Sinalética de Rigor

Será possível andar a esta velocidade? Ou será que por brincadeira de gosto duvidoso, alguém andou a plantar estes meninos na linha do Norte e nas estradas municipais? Há dias, num local onde se podia andar a mais de 160, queriam que se circulasse a 80. E se o sinal fosse destes? Aparecia na televisão?
Deviam era por um destes á porta do MP, ou do motorista dele que também já deve estar no Twitter...Em Alcochete é que não, é preciso explorar o Bentley e assim dá muito nas vistas.

A letra D

Do alfabeto da minha vida a letra D foi das que me marcou. Podem ficar Descansados os meus leitores que não vou começar a escrever um Diário nem começar as lamentações e os Desabafos. Não deixa de ser porém curioso, que no alfabeto seja a letra que se segue à C...

Se quisesse usar um cliché, talvez Dissesse que me marcou para sempre. Não tenho essa veia poética, o que é certamente uma felicidade para mim, mas sobretudo para quem me lê, ou possa ler...

Como dizer que Desilusão foi coisa que nunca quis Dar a ninguém, mas que já Dei, várias vezes? Diz-se Dizendo... e foi Dizendo que também Desiludi. E talvez até tenha Desiludido mais, não Dizendo coisa nenhuma...

Desencanto foi o irmão da Desilusão. Irmão incestuoso, passou a viver maritalmente com a Desilusão. Juntos Deram-se e Deram a volta ao Mundo, de braço Dado, até que se cansaram. Para Descansar casaram e tiveram um filho chamado Desgosto, que também conheci bem. Também fiz um filho destes a muita gente...

E Detestei, também.

Saí dessa casa, depois do Desgosto crescer e se impor, com Desprezo de tudo e de todos. Um grande Desconsolo, mas também um grande Alívio (fica para outro Dia a letra A). Fui então morar para o Desterro, onde fiz a travessia do Deserto.

Derrotado? Nunca. Mas perdi batalhas e guerras que não comecei, não quis começar nem acabar.

Julguei que não conseguia sair desse Degredo. Deste-me a mão. Juntaste os Destroços, Desencalhaste o navio afundado, arrancaste-o a um Destino e Deste-lhe outro, melhor. Deste-te e eu Dei-me, também.

Dar... quis e consegui, outra vez. Dei tudo, depois de ter perdido tudo, mas também ganhei tudo. Se fizesse contas diria que o saldo é positivo. Não faço, porque se não me guio por um GPS, menos ainda me oriento por uma calculadora (ainda tenho a minha velhinha Casio 180P).

Demo-nos e Descobrimos. Dançámos e Descobrimos...

Desejo, senti e sinto. Desejar sempre, em todos os lugares, em todos os minutos, segundos. Desejar imenso, tudo. Desejar-te sempre. Desejar-te toda. E também Descansar, contigo.
Desculpem-me todos, ou não, mas Desculpa-me só tu. Só isso conta, hoje.

Dançamos?

Será que isto me vai Dar mais vezes?

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Paixão

Recebi um mail mais ou menos kitsch, com uma série de definições e que não apaguei ante de ler, como é hábito. Porque seria? Não sei, mas uma frase valeu a pena:

Paixão: É quando, apesar do perigo, o desejo chega e se instala...

Está tudo dito.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Amor com Amor se paga

Porque será que sempre que se diz esta frase, se fica com a ideia que se deveria dizer Estalada com Estalada se paga, ou Olho por Olho, Dente por Dente, ou outra coisa do género: Mata e Esfola?

Nunca nos lembramos (mentes perversas...) de coisas boas que fizemos e nos foram retribuídas a duplicar? Do tipo: convidaste-me para jantar? Então convido-te para um fim-de-semana... e assim por diante. Às vezes é assim, felizmente...

Há tempos tinha-lhe oferecido o “Carnet de la Cambuse”...Se alguém me lê, carregue no link, antes de continuar, sff.

Já está? Ok, podemos continuar a viagem, então...

Ontem, sem contar, recebi “O Tango”...Claro que já perceberam que o Corto Maltese é um dos meus heróis... O tipo de vida, a origem o percurso...Enfim.
Mas não esperava mesmo nada esta surpresa (O Tio ainda se deixa surpreender, afinal), que me deixou sensibilizado e, claro, seduzido...

Não por ser uma prendinha do dia dos namorados, mas pelo momento e pelo Tango, claro! Hoje nem sei como pude viver tanto tempo sem conhecer esse ritmo...

Claro que tivemos que procurar um sítio onde pudéssemos dançar. Tango...

Afinal acabei por ter um Dia melhor que o de S. Valentim, ou dos Namorados. O Dia dos Apaixonados.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Viagem Diferente

Um imprevisto obrigou-me a estar de manhã, muito cedo no Porto. Impossível ir de manhã para lá. O melhor seria ir no dia anterior, mas não me apetecia nada. Resolvi ligar-lhe: Olá, etc, etc, etc, então onde estás? Estou agora a sair para o Porto (Uau, pensei...Se calhar vai dar...). Que giro, também tenho que estar amanhã de manhã no Porto, mas não me apetece nada ir (às vezes também digo a verdade, mas já me estava a começar a apetecer muito ir)...

Não vais parar para jantar? E se passasses em Coimbra? Também estou sem vontade de ir sozinho... E amanhã tenho que voltar. O discurso começou a acelerar...
Acabamos por nos encontrei perto da Estação Velha. Deixei lá o carro. Para quê dois?

A verdade é que já não me apeteceu regressar. E ainda bem que a nossa justiça é tão ágil, funcional e expedita que nos obriga a fazer umas centenas de Km para receber e fazer declarações sobre uma citação, que já nos tinha sido enviada por correio.

Podem mandar notificações mais destas, sff ? Obrigado!

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

O verniz estala, mas também entorna...

Regressava do Porto para Coimbra, com pena de regressar, mas tinha que ser...O Sol também tinha regressado nessa manhã e estava um dia lindo.

Do outro lado do corredor uma executiva, com óculos de sol grandes, dominava o seu portátil
com firmeza e destreza. Eu estava dominado pelos solavancos e pelo Excel. É fantástico na linha do Norte tentar trabalhar no Excel. Arrastar, usar o preenchimento automático e outras facilidades do Excel, são um verdadeiro exercício de destreza e domínio (não confundir com dominação).

De repente parou. Um telefonema e deixou o PC por instantes... Até que tirou um frasquinho de verniz de unhas, vermelho forte e o colocou ao lado do portátil. Eu continuava a tentar qualquer coisita com o Excel.

A minha viagem também era curta e já estava cheio de curiosidade para ver se a destreza com as teclas tinha correspondência com a destreza no uso do pincel.

Pintar as unhas também é um gesto de sedução, mas naquele lugar? Outro frasquinho, um disco branco e começou a tirar o verniz anterior que era transparente. Que contraste...Que mudança. Um simples detalhe e muda tudo…

A curiosidade começou a invadir-me e pensei até nem sair no destino, continuar para o destino habitual, para acompanhar esta experiência única...

Mas foi rápida essa primeira fase, que também envolveu uma lima de unhas (estava completo o kit). Eis que começa a pintar e o Tio que já tinha desistido do Excel começa a imaginar como vai acabar a sessão...

A cor era forte, sensual e a bom ritmo lá ía ficando completa a mão esquerda, quando de repente toca o telefone, outra vez!

Foi o caos, o frasco caiu, sujou os dedos e por pouco não sujava também o fato, o portátil e o telemóvel. O vermelho espalhou-se, mas de forma contida, sem grandes danos. Que destreza e reflexos, enquanto falava ao telefone...

Realmente quem sem lembraria de telefonar enquanto, numa pacata viajem de comboio, para aproveitar o tempo se pintam as unhas e se vão respondendo a uns emails? Invadido por um forte sentimento de solidariedade, desejei-lhe boa viagem e boa sorte para a mão direita...

Foi curtíssima esta viagem!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Anéis

Depois das pulseiras e brincos chegou a vez dos anéis...Porquê agora? Como em tudo, há o desejo subjacente que de repente desperta. Um pequeno click, acende o pavio e já está. Neste caso foi um pedido para uma votação (não era sobre o melhor click...) e um mail da S. C. (fiquei lisonjeado, acredite) a pedir uma opinião sobre anéis que me lembrou dessa promessa feita à M.

Desculpa pública e vamos ao trabalho que o rastilho está aceso e o tempo a correr.

Os anéis, e vou passar por cima (no sentido figurado) das possibilidades esotéricas dos anéis, têm uma mística muito especial. Começa nos materiais com que são feitos, mas é na forma na imaginação e fantasia de quem os cria ou usa que brilham e nos despertam os sentidos.

Gosto de ver uma mulher com anéis. Não demasiados, porque me faz uma confusão terrível (fico logo a pensar se será para andar ao murro, para arranhar, ou para dar um ar entre o punk e o gótico). E anéis que se vejam, não aquelas alianças, tímidas, demasiadamente fininhas para serem levadas a sério. Enfim coisa panisguinhas. Definitivamente não. Também detesto aquelas alianças a atirar para o tipo “algema” que algumas mulheres põem no anelar esquerdo (no delas e no de alguns homens). Serão os homens que querem assim? Sim, porque há homens que também usam disso, mas o problema é deles...O que quererão dizer com esse tipo de anel? Que estão atadas e atados? Que estavam disponíveis para por umas algemas? Hmmm... Não seria melhor umas pulseirinhas para sugerir isso? Depende, minhas queridas. Depende, como sabem muito bem.

Bem, ainda me perco com a história das algemas e ainda mal falei dos anéis...

No jogo da sedução tudo conta e as mãos têm um papel importante. Vêm-se e depois sentem-se...Os dedos, a delicadeza e a sensualidade de uma mão de mulher... Ai, ai, ai, que não sei se este post vai acabar bem...

Imagino-me a ser acariciado, a sentir as suas mãos a percorrer o meu corpo. Primeiro com alguma timidez (faz parte do jogo) e depois sem vergonha. Nenhuma. Com todo o descaramento, que gosto.

Depois de sentir essa sensualidade, que me põe aos pulos, e de todo o esforço para não me mexer (também faz parte do jogo), vejo as suas mãos. Como as poderia imaginar sem umas unhas arranjadas e sem anéis? Dificilmente...

Beijo-as e beijo os seus anéis, qual vassalo de um poder grande, que me enfeitiçou, enfeitiça, seduziu e seduz...E continua a seduzir enquanto a beijo, toda.

Noutras ocasiões, que dizer do gesto de tirar os anéis e de, cuidadosamente, os guardar? Que irá tirar primeiro? Os brincos, os anéis? A delicadeza dos gestos, a sensualidade calma e serena. São momentos de intimidade que valem uma eternidade de tempo.

Enfim, anéis são também códigos de cumplicidade, jogos que adoro. Regras conhecidas, mas que nos surpreendem de todas as vezes.

E às vezes um só anel faz toda a diferença...Ou talvez não!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Oui, Paris

Razões diferentes levam-me a gostar desta cidade. Já foi mais limpa, é certo, mas aquele charme não há em mais lugar nenhum, como já disse nestas páginas.
Recentemente, perdi uma oportunidade imperdível:
Caveau de la Huchette.
Há coisas que não se podem perder, mas perdem...Haverá uma segunda oportunidade?
Tem que haver.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Esperança

Não sei quando se perde a esperança. Será aos bocadinhos, como quem vai torrando uma long drink, ou de um trago, tipo shot?

Como diria o Fernando Namora, também preferia a incerteza de não saber de quê. Hoje sei. Sei que perdi a esperança de rever a Tia Cremilde.

Da noite para o dia, a seguir às férias, desapareceu sem rasto. Pouco tempo depois de ter arrumado a casa, de a ter pintado de fresco, desapareceu.

Fico a imaginar que terá sido raptada por forças malévolas (acho que nunca tinha usado esta palavra) lá da ilha, que já foi Pérola do Atlântico. Hoje esse nome lembra aquele dito das pérolas e dos animais ditos domésticos, mas não posso falar disso senão ainda me põem a dançar salsa. Obviamente, é um eufemismo, para dizer que me chamariam cubano. Também não seria mau, desde que me deixassem continuar a ser português, e deixassem com a salsa, o que duvido. Acho que acontecia o contrário Também já me irrita ser português. Pode parecer que se é de um Porto Livre, na sua tradução literal, em vez do Porto, cidade dos liberais...

Imagino que a Tia Cremilde foi raptada, mas que conseguiu fugir e está num paraíso fiscal ou num paraíso da América Latina, em excelente companhia e com um bronzeado de fazer inveja.
Mudou de nome e não se quer dar a conhecer, com medo que a descubram. Oxalá o Eduardo Mãos de Tesoura a proteja! Divirta-se, onde quer que esteja...

Mas se não tem tranças pretas escondidas no carrapito, acredite que podia ter, porque deixou saudades.

Uma cor

O preto é uma cor fantástica...Ultimamente até tenho tentado usar o Google em preto, o Pretog, de tão fan (ou será fã?) dessa cor que estou. Terá sido desde o Reveillon, em que a decoração foi preto e dourado? Foi desde que vi um conjuntinho super giro preto e dourado na Intimisssimi?Não sei.

Também já tinha lido, num escaparate qualquer, que todas as mulheres deviam ter um vestido preto. Não concordo em absoluto. Um é muito pouco. Um é não ter opção e isso não é situação possível nem admissível. Vários é melhor. Muitos é o ideal.

Acho que fica muito bem o preto, às mulheres...Seja ou não em vestidos. Há outras cores que também ficam bem. Mas o preto... Adorei!

Há tempos que ando a pensar nesta questão. Até que enfim, consegui escrever qualquer coisita sobre o assunto...

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Yes, weekend!

We might... We could and wished. And... yes, we did it!
Breaking all the rules, dancing till the night ends.
Now, I'm keen on weekends.
YES, WE CAN!

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