quinta-feira, 2 de Outubro de 2014

Plural de sítio, segundo o acordês

A justiça está em estado de sítio.
Os tribunais estão em etado de citius.

Afinal o acordês até tem aplicações interessantes e poderosas!

sexta-feira, 5 de Setembro de 2014

Publicidade original e nada enganosa

Os consumidores habitualmente rejeitam a publicidade enganosa. Neste tipo de serviços até nem costumam dizer nada, mas a criatividade não tem barreiras nem limites, quando se trata de seduzir.

Confesso que quando vi o anúncio não percebi imediatamente  de que se tratava. Numa segunda leitura compreendi, mas também não me deixou convencido. Espero que seja por não estar no segmento alvo!

Afinal um comunicado é um comunicado...


sábado, 23 de Agosto de 2014

Do Algarve aos Montes Hermínios



Habituado ao mar, ao clima da minha terra, ao estilo de vida sulista – não confundir com o dos sulistas elitistas do candidato não eleito à Câmara do Puerto – acabei por aceitar um novo desafio bem longe do mar.

Estranhei o falar das gentes, o frio descomunal no Inverno e falta de turistas, que animavam os dias e aqueciam as noites.

Estranhei o modo de estar, de receber – ou de não receber…

Mas, apesar desta lengalenga toda, gostei. Gosto sempre de mudar e da mudança. Acho que é isso que me atrai: A mudança e o desafio. Ou será o desafio da mudança?

Entretanto, cá continuo, qual Viriato do séc. XXI, transformado em personagem de Cervantes, a lutar contra moinhos de vento e a acreditar em Dulcineias. Até um dia em que o canto das sereias me leve de volta ao mar que é meu e de quem tenho tantas saudades…

quarta-feira, 20 de Agosto de 2014

Serei um profissional ou haverá uma maneira masculina de fazer sopa?




Cozinho pouco, infelizmente. Tento usar a culinária com algum gosto – pelo menos tento – e sobretudo como arma de sedução… Bem gostava de me dedicar um pouco mais ao assunto, mas o tempo escasseia!

Até há muito pouco tempo nunca tinha experimentado fazer uma sopa, a não ser as que se compram em envelopes em qualquer supermercado. Brincava muitas vezes com o assunto e a facilidade de se fazer uma sopa em 3 minutos. Pois aqui as rapidinhas também funcionam bem, mas resolvi experimentar coisas mais trabalhadas.

Em conversa com colegas de trabalho, surpreendidas com o facto e eu também surpreendido por haver pessoas que não gostavam destas sopas pré-fabricadas, decidi experimentar.

Comecei com creme de abóbora, creme de courgette e fui evoluindo para coisas mais sofisticadas como creme de abóbora com cenoura, ou com requeijão. Delicioso! E os resultados do uso como ferramenta adicional de sedução, também não têm sido nada maus…

A questão está na confecção. Habitualmente pico a cebola (não gosto do um-dois-três para este fim), alouro-a em azeite e depois junto alguns dentes de alho picados, salsa e alguns condimentos, antes do ingrediente principal, como seja a abóbora, a cenoura, etc. Depois acrescento água e, em vez de batata, uso as ditas courgettes para a tornar mais cremosa…

Percebi que a maior parte das mulheres com quem falei sobre o assunto – e foram elas quem me desafiaram para experimentar os cremes – não faz assim. Colocam os ingredientes todos ao mesmo tempo e deixam cozer. O resultado aparentemente é o mesmo, mas os profissionais com quem tenho falado fazem exactamente como eu. Daí esta dúvida:

Haverá uma maneira masculina de fazer sopa, ou será o meu gosto pelos preliminares que leva a ser profissional?

sexta-feira, 15 de Agosto de 2014

O lobo mau e o lobo bom ou como nem tudo que é verde é esperança…




As notícias sobre o banco verde acumulam-se nos noticiários. Fazem-se comparações com outros escândalos, havendo mesmo quem compare este caso com o do Banco Angola e Metrópole, do celebérrimo Alves dos Reis, ou com o Banco Mirabolantellium ou ainda, com o muito fresco, Banco Para Néscios, a que já me tenho referido várias vezes…

Alguns peritos politólogos, explicatólogos, justificatólogos e outros homólogos, interrogam-se sobre o pape l- não o papel moeda – do Banco de Portugal e da CMVM neste processo, defendo mais regulamentação. 

Ora nada mais errado. Um dos nossos problemas é precisamente o excesso de regulamentação, em conjunto com a falta de fiscalização e com a absoluta impunidade da generalidade dos prevaricadores.
Outro dos nossos problemas, é a falte de ética das pessoas que governam as sociedades e instituições, na minha modesta opinião, é esse o pior.

Neste caso, ao que parece, foi-se mais longe, apenas porque ninguém esperava, naquela casa, uma crise destas. Agora separam–se os activos em dois grupos, os bons e os maus e, contrariamente ao que aconteceu no Banco Para Néscios, os maus ficam com os activos maus e nós todos, os bonzinhos, ficamos com os activos bons.

Há uma história mais gira do lobo mau que come o capuchinho mas, não sei porquê, nunca acreditei na história da carochinha…


domingo, 27 de Julho de 2014

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