domingo, 25 de maio de 2008

Ho tsamaya ke ho bona

Esta frase é tão gira que a podemos imaginar pronunciada de várias formas. Não sabendo o seu significado podemos também imaginar várias possibilidades para o seu uso. Provavelmente para expressar coisas tão distintas como antagónicas. Um convite, uma proposta, um desafio. Eventualmente um insulto, uma despedida, uma saudação, ou uma palavra de boas vindas. Uma palavra quente de paixão, morna de conforto, terna de carinho, fria de adeus.
Pode ser tudo isso, do mesmo modo que não existe o desconhecemos.

Às vezes encontramos na voz do povo, com a maior simplicidade e com um poder de síntese que desafia muita sabedoria académica (sabedoria ou conhecimento?) uma grande lição. Não sei se é o caso desta. Dir-me-ão se lerem este post e se merecer esse incómodo. Esta frase apenas diz, em Sesotho, língua que fala lá para o Lesotho e muitos outros lados da África do Sul, que viajar é aprender.

Adorava lá ir, como ir a muitos outros lados. Depende sempre de com quem vamos e por onde vamos. O percurso…

E está tudo dito. Querem mais simples? Não é possível. Vamos?

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