segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

What, when, where, why



Everything, always, everywhere... But never, never, why!

12 comentários:

  1. LOL,
    Não ocnhecia...Obrigado. São uns percursores do rock português..
    ;-)

    ResponderEliminar
  2. Catarina,
    É bom seguir os nossos impulsos, sem nos questionarmos, ou nos questionarem. É só isso...

    ResponderEliminar
  3. Inteiramente de acordo!
    Até nas minhas postagens eu não planeio nada!
    Consoante o meu estado de espírito, assim é o que sai...cedo sempre aos meus impulsos...em tudo, sempre e em qualquer lado!
    Há porquês que não têm resposta.

    Obrigada, pela sua presença no meu cantinho.

    Janita

    ResponderEliminar
  4. Janita,
    Obrigado pela visita...Faz-nos tão bem deixar que os impulsos nos guiem...

    ResponderEliminar
  5. Fiquei assoberbada com tanta pergunta ao mesmo tempo... e, o problema, é que cada vez sei menos respostas :)

    Bjos

    ResponderEliminar
  6. Andei a pensar neste post. De facto não é o porquê que é o mais importante. COmo dizia Sartre: o que interessa não é o que fizeram de nós, mas o que fazemos do que fizeram de nós.

    ResponderEliminar
  7. Daniel,
    Muito profundo...Mas estamos mesmo mal, porque não fazemos nada a quem nos faz estas partidas...

    ResponderEliminar
  8. Eu cá gosto de questionar os meus impulsos! E ainda gosto mais de questionar qualquer impulso alheio que me envolva e que não compreenda! Abraço!

    ResponderEliminar
  9. Daniel,
    Talvez assim é que devesse ser... Saber porque os consumidores, clientes, têm determinadas atitudes, em vez de outras...

    Compreender o consumidor, é que os nossos políticos conseguem subverter.

    Neste caso estava a penar em decisões tomadas por impulso, por razões sem grande explicação plausível!

    Abraço

    ResponderEliminar
  10. Caro Rafeiro Perfumado,
    Fazes muito bem...Mas é tão bom não o fazer!
    Abraço

    ResponderEliminar

Hmmm! Let's look at the trailer...

Siga o Tio pelo e-milio