quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A Ilha

A Ilha (The Island) é um filme de 2005, cuja acção decorre no século XXI, em 2019. A terra está contaminada, os sobreviventes vivem num local fechado, aparentemente perfeito, livre de contaminação e todas as semanas são sorteadas saídas para a Ilha, um local supostamente paradisíaco. Finalmente, talvez inspirado pelas mamas da Scarlett Johansson (Jordan 2 delta), ou por ter suspeitado que era apenas um peça de substituição, o personagem interpretado pelo Ewan Mc Gregor, decide fugir apesar do local onde viviam, apesar de parecer tão perfeito….Na realidade do filme todos eram clones de pessoas abastadas que pagaram para terem um clone que lhes permita viver mais e melhor…

A realidade deles é pior que a ficção que lhe contaram e que se transformou no imaginário colectivo de todos os clones.

No nosso filme a acção decorre no final do séc XX e início do XXI, a Ilha também é o local perfeito, mas só há um clone, que é do imperador Bokassa. Este clone não come fígados dos seus súbditos, mas come as papas na cabeça da população. Os figurantes não desejam ir para a Ilha, porque estão lá. Alguns (muito poucos), como Lincoln 6 Eco, acham que há qualquer erro na história que lhe estão a contar e querem sair de lá, sendo destruídos antes de o conseguirem fazer. Não vivem na ilusão de um sorteio semanal, mas sim com a certeza que todos os meses lhes tem saído um euromilhões.

Os habitantes desta Ilha têm um dilema. Não querem o clone, mas têm receio de o perder, pois aí poderia terminar o euromilhões mensal…E assim, graças a esta dualidade mantém-se o ciclo de ilusão que se arrasta há algumas décadas.

Se pudesse mudava o guião deste filme e colocava no enredo um Iron Man, “just to fight against evil”…


Nota: É ficção, apenas.

4 comentários:

  1. Eu até que compreendo os figurantes da ilha... presos por ter clone, e presos por não ter... eu também não me importava de viver numa cidade que tivesse casa das artes sem grua parada em frente há anos, uma rotunda onde faz falta realmente na entrada vinda de Guimarães e outras coisas mais... Se a Autarquia ficasse individada, era lá com eles... era bom não era? Alguém havia de pagar... as obras estariam feitas e o resto era conversa... este tipo de raciocínio é óptimo não é?e é igual em todo o lado. Em VN Gaia por exemplo...todos adoram e admiram O Presidente da Câmara... NINGUÉM QUER SABER QUE É A cÂMARA MAIS INDIVIDADA DO PAÍS,(mais que Lisboa!)Por isso, os figurantes, seja em que ilha estiverem querem é saber da sua ilha... e é isto...Beijo

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  2. Serve para a ilha, para o Algarve, para o continente...lol

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  3. Eva,
    E quaatas rotundas desnecessárias foram feitas em Portugal? E tens perto de ti o exemplo dessas obras em frente ao Hospital, ao Tribunal e outras coisas acabadas em Al, perfeitamtne dispensáveis. Mesmo no no Al-garve, quanto desperdício! deviam ser responsabilizados os decisores dessas obras.
    Bjs

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  4. M.,
    Não somos um país, somos um conjunto de Ilhas...

    :)

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Hmmm! Let's look at the trailer...

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