quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Mais promessas, mas novas

Depois de tanto tempo fora, não parece que seja continuação. É mesmo começar de novo, o que também é bom. Adoro essa fase do início das relações, onde as partes ainda não se conhecem bem, se preocupam cada um com o outro e se vão descobrindo...

Tento sempre ficar nessa fase e não passar para outra, onde quase tudo é demasiado previsível para ser surpresa. E eu adoro surpresas, como já sabem. Acho mesmo que a fase melhor é da surpresa quase previsível. Quase, mas não completamente...

Será falta de maturidade? É possível, mas que se pode fazer? Aborrece-me o tédio da rotina e quando se perdem essas pequeninas surpresas deixa de ter graça. Também me aborrecem as pessoas que gostam de tudo absolutamente previsto e previsível. Perde-se espontaneidade, não há espírito de aventura, não se descobre nada no outro, nem em conjunto...É o princípio do fim...

Bem já chega de dissertações e vamos à acção. Uma nova secção de epístolas, que pelo suporte vou chamas de e-pistolas. Sem acento, mais deveria chamar e-farpas, mas seria demasiado óbvio e já sabem que detesto ser óbvio e demasiado objectivo. Aliás prefiro a subtileza, seja na maquilhagem delas, seja nas palavras.

O descodificar também faz parte do jogo do descobrir.

Bem vamos à primera e-pistola, já de seguida!

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