quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Federico, Pograma e Tefonar




Poder-se-á pensar que o título deste pequeno texto se refere à organização de um programa com um Frederico, mas não. Como também Panelas não significa tachos ou sauteuses. Panelas é apenas a forma de se perguntar o caminho para Nelas. Imaginem que vêm visitar a Capital dos Blogs Locais (Canas de Senhorim) e, de repente, decidem ir conhecer a contestada sede do concelho e perguntam o caminho para Nelas. A pergunta será, obviamente: Panelas? Podem obter alguma resposta complicada, sobre o tipo de panelas, mas qualquer Tia de plástico ou pechisbeque, que se preze, nunca usaria a palavra para, mas sim o equivalente pa, que se pronuncia .

Da mesma maneira, ninguém desse mundo Tiológico, onde a lógica é uma marca de lápis, tem um programa. O que pode ter e tem, certamente é um pograma! Já o Federico é diferente. Podemos até ter amigos Federicos . Recordo na minha infância de um amigo Federico, que tinha uma irmã bem giraça – vamos imaginar que o nome era Constança, o que não é verdade. Poderíamos chamar-lhe Tacinha, por exemplo, seria adequado à situação. 

Para combinar os pogramas, naturalmente usa-se o tefone, tefona-se a outra Tia, também de pechisbeque, tão a ver, e marca-se. Marca-se, como os quartos ou bilhetes. Ninguém reserva, toda a gente marca…Enfim, o plástico tem algumas regras, recentes, por sinal, mas que vieram para ficar.

A propósito de Federico, muito se poderia dizer. Ontem lembrei-me desse meu amigo, mas também descobri outro, de Ribera del Duero. Muito simpático e desfrutado em boa companhia ainda melhor.
Estamos em altura de Festas, que se querem muitas e boas! Que entrem com os dois pés, as duas pernas, os dois braços e tudo o que têm. Eu vou fazer o mesmo, já sem esse Federico, que acabou logo. Amizades Tiológicas, duram pouco, como sabem.


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