Se esta reflexão tivesse um
subtítulo poderia ser qualquer coisa como: Vi-me
grego para casar com a Penélope e saí-me a Helena!
O nosso Respiras, tem andado a
brincar ao Gato e ao Rato com os leões de Bruxelas e da Europa Central,
verdadeiros domadores das feras. O Respiras não é parvo, conhece bem a
importância estratégica da Elláda e quer fazer crer que vai abrir a porta aos
turcos, russos ou seja o que for que assuste os domadores gordinhos e
instalados.
Ora o Alexandre, com o
amigo Yanis, fartou-se de transpirar para chegar ao poder. Pensou que punha os
teutónicos em sentido, mas pô-los a tremer durante uns tempos. Agora é a vez deles
o porem, não a transpirar, mas a suar mesmo. Ele já não usa gravata, não é
fácil. Percebe que já não aguenta até ao fim do jogo, mas chuta a bola para a
frente. A mulher aplaude, qual Helena guerreira, não da Troika mas de Esperta.
A bola foi tão longe que saiu
para fora do campo. Com o conhecido fairpaly
germânico, pedem-lhe para repetir o lance, chutou com força a mais. Ele vai chutar,
mas antes aumenta o preço dos bilhetes para o jogo, para os conterrâneos.
A mulher fica zangada. Ameaça
deixá-lo se ceder, mas ele já tinha cedido, pois sabia que não tinha forças
para aguentar o jogo todo. Não sabe como sair da situação. Desesperado pede
ajuda à mulher por sms. A mulher que já o tinha posto no gelo, envia-lhe o
email, pois o que lhe quer dizer não cabe no texto da mensagem.
Ele fica em choque e pede mais
uns dias. Os teutónicos, com os capitães das outras equipas, começam a solidarizar-se
com ele, depois de lhes ter mostrado o misterioso email.
O Tio pensa dedicar-se à
consultoria sentimental, em detrimento da consultoria de gestão e decide
publicar o texto fantástico que cortou a respiração ao Transpiras. A
continuação desta saga fica prometida para a próxima semana.