A Kate Perry rezou para ter mamas maiores...
Deve ter rezado de joelhos, a avaliar pelo resultado.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
A nova ortografia, uma história de coadoção, co-adopção ou co-adoção?
Tive um sonho. Tive o sonho que os nossos governantes e
outros quejandos, vestiam as calças que habitualmente têm nas mãos, e cumpriam o
que, entrelinhas, eram as convicções em campanha eleitoral, sobre o aborto
ortográfico.
O sonho foi tão real que acordei, liguei o PC, entrei no Google
(patrocinador oficial deste sítio de internet), coloquei acordo ortográfico,
nova ortografia e…. cliquei, perdão clikei no primeiro link, perdão linque,
aliás ligação (ou será enxufação?), que me apareceu. Cheguei a pensar que tinha
sido um sonho, que não estaria acordado.
O título era sugestivo: Guia Prático da NOVA ORTOGRAFIA. Apressado
na leitura (sublinho o na leitura, e apenas na leitura) não me dei conta do
subtítulo. Como gostei do pequeno texto que se seguiu, passei ao “alfabeto” onde
percebi que iria ter 26 letras, com a reintrodução do k, w e y. Achei imensa
graça ao detalhe “As letras k, w e y, que
na verdade não tinham desaparecido da maioria dos dicionários da nossa língua,
são usadas em várias situações”
Aí o bicho começou a achar estranho, viu? Tinha saído, mas a
galera usa, né? E passei às diferenças:
Como era Como
fica
agüentar aguentar
argüir arguir
bilíngüe bilíngue
cinqüenta cinquenta
delinqüente delinquente
eloqüente eloquente
ensangüentado ensanguentado
eqüestre equestre
freqüente frequente
lingüeta lingueta
lingüiça linguiça
qüinqüênio quinquênio
sagüi sagui
seqüência sequência
seqüestro sequestro
tranqüilo tranquilo
Ora bem, afina penso que a coadoção do acordo é mais
necessária nos nossos irmãos do Brasil, já que o nosso trema, foi acordado,
perdão adormecido no início do século passado… Assim não temos que defender a
coadoção de uma coisa que já fazemos, né, oh galera? Uma solução à Portuguesa
(para além do cozido, também temos soluções, carne de porco e sopa), seria uma
coadoção a dois ritmos: O Brasil tira os tremas e nós continuamos como
estávamos. Pode ser?
Há um ponto que me deixou preocupado, será até de sugerir um
referendo sobre este aspecto importantíssimo do acordo. Para o acordo em si,
não se justifica, claro, mas para o ponto 4., é imprescindível a realização de
um referendo. Aqui vai a transcrição do famigerado:
4. Não se
usa mais o acento que diferenciava os pares pára/para, péla(s)/pela(s),
pêlo(s)/pelo(s), pólo(s)/polo(s) e pêra/pera.
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Como era
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Como fica
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Ele pára o carro.
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Ele para o carro.
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Ele foi ao pólo Norte.
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Ele foi ao polo Norte.
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Ele gosta de jogar pólo.
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Ele gosta de jogar polo.
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Esse gato tem pêlos brancos.
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Esse gato tem pelos brancos.
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Comi uma pêra.
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Comi uma pera.
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Era de ouvir a Miss Polo Norte, sobre o assunto, talvez
convidá-la a presidir a uma comissão de especialistas, para iniciar uma
reflexão profunda e ver até onde vamos parar…Porque ninguém para estes boys, é
completamente diferente antes e depois da coadoção do dito aborto ortográfico…
Assim é que ninguém agüenta mesmo!
Post Sriptum (para não haver, digo, a ver, digo, haver dúvidas, escrevo no original): O artigo é do Professor Douglas Tufano e vale a pena ler. A sério. E não pensem que é pelo nome...
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Sexta Feira
Sexta feira é um dia desejado por muita gente. Habitualmente não sou dos que passa a semana a desejar por sexta, até porque trabalho ao Sábado, ao Domingo, ou noutro dia qualquer.
Mas às vezes desejo ardentemente esse dia...Será a palavra Sexta que me deixa com água na boca a pensar em comer uma perinha? Saboreio tranquilamente a palavra: SSSeeeexxx-taaaa, mas imagino a pêra descascada. E também gosto de a comer com casca! E de a descascar, como um verdadeiro ritual, cheio de sensualidade, antevendo o prazer de a comer. As Anjou são muito sumarentas e doces, mas eu prefiro a perinha nacional. A polpa é macia, não demasiado rija, doce, sumarenta e de um sabor característico e inconfundível. Tem um perfume agradável e suave...
Se as pêras vos despertaram a curiosidade, podem saber mais, aqui. Teria sido mesmo com uma maçã ácida que a Eva desafiou o Adão? Estou mais tentado pela pêra.
Com o aborto ortográfico até podemos dizer: pera, pera, pera, que eu tou chegando...
Mas às vezes desejo ardentemente esse dia...Será a palavra Sexta que me deixa com água na boca a pensar em comer uma perinha? Saboreio tranquilamente a palavra: SSSeeeexxx-taaaa, mas imagino a pêra descascada. E também gosto de a comer com casca! E de a descascar, como um verdadeiro ritual, cheio de sensualidade, antevendo o prazer de a comer. As Anjou são muito sumarentas e doces, mas eu prefiro a perinha nacional. A polpa é macia, não demasiado rija, doce, sumarenta e de um sabor característico e inconfundível. Tem um perfume agradável e suave...
Se as pêras vos despertaram a curiosidade, podem saber mais, aqui. Teria sido mesmo com uma maçã ácida que a Eva desafiou o Adão? Estou mais tentado pela pêra.
Com o aborto ortográfico até podemos dizer: pera, pera, pera, que eu tou chegando...
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
The girl from Ipanema
Estou a ouvir pela enésima vez a Astrud Gilberto. Ainda é viva - que bom - e tem tido uma actividade em prol do respeito pelos animais, que quero partilhar convosco. O melhor é darem um vistazo no site da miúda que nasceu na Baía mas se tornou célebre no rio e no mundo. Quanto à música, aqui fica em trio com o seu marido João Gilberto e com o seu outro amor, Stan Getz. Ia dizer qualquer coisa mais, mas calo-me, rendido.
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