quinta-feira, 23 de agosto de 2012

I am a Robot



É o que concluo depois de três tentativas de escrever qualquer coisa num blog com comentários moderados pela inserção de caracteres. Ao que parece, temos que transcrever os caracteres reproduzidos em cima para provarmos que não somos robots…Depois de três tentativas sem sucesso, seguidas da leitura do aviso que tal medida se destinava a prevenir a escrita por robotos, descobri a chave! Os algarismos que aparecem numa imagem ao lado deviam ser inseridos?
Tentativa 4: Num esforço sobre-humano, ao nível dos melhores robots, insiro as letras, os algarismos e … surpresa! Consegui que o comentário fosse colocado, uff…Estou contente! 
Seria falta de treino? Não. Sou de certeza um robot, mas talvez tenha uma pontinha de inteligência artificial!
E por falar em Robots, aqui ficam os Kraftwerk…Será que alguém se lembra deles?


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Verão, sexo, gadgets…Festivais!!



O Verão está aí, para o melhor e para o pior. Mais calor, menos roupa, noites mais animadas, mais pics no face, montes de festivais, mais bronze, mais corpo e também, provavelmente, mais sexo. Assim dizem as estatísticas…
Ainda nem tinha acabado o sudoeste, patrocinado por um operador de telecomunicações, depois de outros, patrocinado por outros operadores, já outros estão na calha. E o fenómeno não é só cá, no país que estava de tanga e provavelmente agora está de fio dental, T-string, mas da treta.
Não há nada como recordar estes bons momentos de verão, com patrocínios de telemóveis ou não, com o gadget apropriado. Quanto mais simples melhor! A marca da maçã tem o meu preferido, mas há outros que combinados talvez resultem melhor. Uma combinação de Iphone, Ipod (já vem incluído no primeiro) e Ipad, pode ser um excelente Iphod, muito útil nesta altura…
Quanto a festivais, no meu país de eleição, e depois daquele “ai se eu te pego” se ter ouvido em todas as festinhas de bairro, só pode ser o impronunciável Eisteddfod!!

sábado, 4 de agosto de 2012

Melodia e Harmonia. Sedução e aconchego…


Há dias coloquei no mural do Tio do Algarve, no livro das caras, o vídeo da Melody Gardot: Who will comfort me, via youtube.

Descobri há já algum tempo, também acidentalmente, a Melody e fiquei rendido. De tal forma que demorei algum tempo a clicar no botão like… Neste caso não se aplicaria o curtir (não percebo essa do curtir, deve ter a ver com o acordo ortográfico), poderia era eventualmente haver o botão adoro, mas não há! Demorei a colocar o like apenas porque quis saborear a música o mais possível, até me render incondicionalmente à melodia e à Melody

Muitos dos comentários colocados nos vídeos da Melody referem-se às pernas e aos óculos escuros… Tem umas ricas pernocas, de facto. Os olhos não sei, porque nunca os vi. E tenho imensa pena! Imagino que sejam cor de mel e doces como a sua voz, mas quem sabe até podem ser azuis como o céu ou verdes como o mar… Ou cinzentos como nuvens que nos transportem para outros locais….

Melody Gardot é referida como a “Artista Acidental” por se ter dedicado à música como medida terapêutica, na sequência de um grave acidente de viação. Ia de bicicleta quando foi atingida por um carro. Fez várias fracturas, até na cervical, e sofreu um sério traumatismo craniano (não confundir com os traumatismos ucranianos). A sua primeira produção chama-se “The Bedroom sessions” por ter sido gravado numa altura em que não podia caminhar. Perdeu a memória e teve de reaprender uma série de coisas outra vez… Usa uma bengala por ter ficado com vertigens e os óculos de sol devem-se à fotofobia e não a pretender criar um estilo…

Por isto tudo, quando ouço uma referência às pernas da Melody Gardot, para além da sensualidade que transborda, fica uma nota de ternura. Ternura envolvida pela voz, que nos encanta, delicia e enfeitiça, com uma nota de mistério, nos óculos escuros. Sim, uma mulher de óculos também pode ser tremendamente sensual!

Viveu em Portugal seis meses e gostou. O Tio do Algarve não a conheceu pessoalmente, mas não se importava nada de se ter cruzado com ela no Estoril, em Cascais, no Castelo, no Tango na Rua ou noutro local qualquer. Num restaurante tibetano na Calçada do Duque, ou de cozinha tradicional portuguesa…

Irónico poderá ser o nome do seu último álbum: ”The absense”. Quanto mais o ouvimos, mais sentimos a falta da autora, ou de alguém que nos conforte…Hoje especialmente.



domingo, 29 de julho de 2012

Da dita dura às pichas murchas



Há pequenas coincidências, coisas simples, que nos fazem despertar a mente e ajudam a compreender certos fenómenos da sociedade, bastante mais complexos. Talvez seja um pouco o que aconteceu com a maçã que caiu da árvore e fez com que Newton... não sei. Sei que ia na direcção do miradouro da Senhora doMonte quando reparei que tinha acabado de passar por um largo, com nome de Jardim e com a curiosa designação das Pichas Murchas. Não era do Jardim sem Flores, ou dos Homens com Cornos, mas das Pichas Murchas, com o nome todo, bem escrito,numa placa pintada, igual a tantas outras que identificam a toponímia tão simpática e característica de Lisboa.

Tinha acabado de passar pela Graça e talvez por isso, não pude conter uma graçola sobre a obtenção de equivalência a relação sexual pela via da masturbação, de um certo ministro. Instante em que se fez luz!

Na dita dura foi demitido, e bem, o Ministro da Educação por ter sido demasiado teso com os estudantes, que segundo ele estariam numa fase de “tesão de mijo”, imagino, para continuar nesta ordem de ideias relacionada com o órgão sexual masculino e não o seu equivalente, talvez em plástico ou PVC, soluções demasiado modernas e não comparáveis com o original.

Agora, na dita mole, que dizer de um ministro especializado em ilícitos não ilegais, ou não ilegais mas ilícitos e imorais, que dá este mau exemplo ao país pelas pressões, duras, ao que parece, mas feitas com um canudo mole, de plástico de fraca qualidade, com selo de pechisbeque, que não tem a hombridade de se demitir e coloca o seu Primeiro numa situação desconfortável?

Será que quem baptizou o tal largo o fez inspirado noutros locais da cidade, como S. Bento ou Belém? Ou será a salvação da economia nacional o franchising desta toponímia tão castiça? Ou, melhor ainda, será constituída uma comissão para dar o título de Cavaleiro das Pichas Murchas, por actos de grande relevo e elevada baixeza, em data a anunciar?


Nota: A origem do nome pode ser lida aqui. Outros nomes giros, aqui!

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