Esta é apenas uma justificação para publicar os selinhos oferta da Lotus e da Pseudo e dizer que:
Não sou o JFK, mas gosto muito de Berlim e também da Marilyn Monroe. Às vezes dou por mim a tentar abrir a porta de casa com o comando do carro e não estou a pensar na Marilyn...Para além de Berlim, na Alemanha gosto da Nordrhein Westfalen (uma região super industrializada, sem qualquer semelhança ambiental com as nossas ao nível do ambiente), dos weinhachtmarkt, sobretudo o de Essen. Também gosto do Báltico a que dão o simpático nome de Ostseee e do Nord Schleswig Holstein, região fantástica.
Como eram só cinco coisas não digo mais nada, mas ao colocar este selo penso nas pessoas alemãs que conheço e estimo. E evito pensar na Merquela, apesar de ela algumas vezes ter razão. Mas irrita-me.
E para as meninas que tão simpaticamente me ofereceram este selinho, viele Küsse!
sexta-feira, 11 de maio de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Desculpem lá qualquer coisinha…
Hoje de manhã o meu site apareceu com a bandeira da Palestina. Até aqui nada de mal, mas não me atrevi a clickar em cima dela para ver o que acontecia. O tag do separador, em vez do simpático nome da empresa dizia: hacked by, seguido do nome do alegado usurpador do meu querido domínio.
Como domínio é coisa que não me falta, por respeito ao mês
em que estamos e à proximidade da celebração do Nakba Day, o dia do desastre ouda catástrofe, decidi esperar pelo início da tarde para reportar o erro e pedir
a reposição do conteúdo original do site.
Acho que é o tipo de
ataque de hackers que, desde que não interfira com os emails, não nos roubem
passwords, nem façam usurpação de identidades, não incomoda muito.
Claro que ficaria muito mais contente se em vez do meu site
profissional a sofrer este ataque (e muitos outros no Al-garve), tivesse sido algum
site oficial dos países que se apressaram em 1948, a reconhecer o Estado de
Israel, como os Estados Unidos…
Por isso meu caro hacker, tem toda a minha solidariedade, no
que respeita à expulsão do povo da Palestina das suas terras e casas. Espero
ver muitas vezes a bandeira da Palestina, mas preferencialmente noutro site,
que não o meu. Afinal também sou mouro, como tão simpaticamente me recordam no
Porto. Os Algarves, d'Aquém e d'Além-Mar em África e noutros lados, declaradamente
não estão de costas voltadas, nem são inimigos. Ibn-Arrik foi um guerreiro
honrado e essas lutas do passado há muito estão arrumadas. Vivemos em paz,
apesar dos nossos 2 submarinos, e o nosso rei já não usa o título de “Pela Graça de Deus, Rei de Portugal e dosAlgarves, d'Aquém e d'Além-Mar em África, Senhor da Guiné e da Conquista,Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia, e que mais
houvesse…”
Quanto ao resto, meus caros irmãos, desculpem lá qualquer
coisinha...
sábado, 5 de maio de 2012
Eu peniano, me confesso
Libertados que estamos do jugo da ortografia passada, neste mar de liberdade ortográfica onde cada um escreve o que lhe apetece e como lhe apetece, aproveito para navegar para as águas agitadas da política.
Depois de mais de duas horas de M. Samedy e M. Benelluxe, transmitidas em directo por nada menos que três televisões, só me resta esta opção.
Se Samedy é o valet de chambre de Mme. Merquela, M. Benelluxe é o Segurème de França, seguramente o candidato que diz o que todos querem ouvir, contrariando o Samedy que anuncia o que ninguém quer ouvir…
A história repete-se e depois do “runtos vamos conseguir” de Socretellium e do Mr. Bean de Valladolid, vamos ter o “ensemble il marche” de Segurinho e Beneluxe…
A França já teve outras quase esperanças. Na altura em que nos debatíamos com o candidato a filósofo e os seus socretinos, Royalmente acreditava-se que uma mulher iria ser a presidente de nos amis. Uma Marianne, bem simpática e sem barrete frígio, no bastião da república…Um sonho que não se concretizou, uma esperança que morreu e lá apareceu o Samedy…
Depois apareceu o New Gengis Khan, que trouxe a esperança de vir dizer a verdade sobre a Eles-ropa. Veio ou foi-se antes do tempo (o pronome reflexo pode ser colocado em qualquer dos verbos) e morreu para a política ao abraçar os prazeres carnais e ao trocar os comícios pelas orgias.
Agora Samedy defronta-se até à morte política e consequente advento de uma vida à grande e à francesa, num lugar discreto, antes da prateleira de luxo da Comunidade Europeia levado pelo seu adversário de promessa fácil, que vai insistir neste projecto fracassado da Europa solidária, onde os mais ricos de uns países pagam os desmandos de outros mais ricos em países mais pobres! Enquanto obrigam os seus concidadãos a uma carga brutal de impostos, fazem a caridadezinha de ajudar os mais pobrezinhos…Alguém acredita que isto dura para sempre? Haverá alguém de bom senso que pense que a união europeia apareceu com fins caritativos? Pelos vistos há, doutro modo ninguém se deixaria levar por estas histórias de embalar.
Hoje só uma hipótese me parece plausível: O fim da comunidade europeia, como a conhecemos agora. O fim da europeíte aguda. O fim do sonho que matou o nosso aparelho produtivo, a nossa agricultura, as nossas pescas, a nossa vontade de trabalhar e produzir e se transformou no pesadelo actual.
É por isso natural quem em todos os países da europa aparecem leaders, como Mme. Stylo, a defender o orgulho nacional, quais Mariannes (e o nome até é parecido), sem barrete frígio, mas de tricórnio ou chapéu de toilette e bandeira em riste a defender os seus países. Não me choca... Incomoda-me sim a demagogia dos que fazem promessas que não podem nem tencionam cumprir, dos que sistematicamente escamoteiam a verdade, dos cordeiros que vestem peles de lobo para assustar os mais fracos, das serpentes que rastejam aos pés dos poderosos e mordem os mais fracos a quem previamente retiraram a possibilidade de poderem ser assistidos num qualquer hospital. Metem-me noje os que querem aligeirar o Estado, mas começam por baixo. Revoltam-me os preferem não ler, mas conhecem tudo, revoltam-me os que não querem ver e tudo sabem….
Por isso, por mais demagógico que seja o discurso desta nova Marianne, tudo o que sirva para contribuir para o desmembramento deste monstro bicéfalo a que chamam, e insistem em chamar, comunidade, é bem-vindo. Mais demagógico é quem, contra todas as evidências, pretende continuar a convencer-nos que existe uma Eles-ropa social e solidária, a pagar as contas e uma Eu-ropa de férias a ter o proveito, a viver dos rendimentos dos outros. Essa é uma mentira que ninguém deve acreditar. Acredito sim que as convulsões sociais vão crescer, apesar do muito enraizado que está este mito das duas ropas.
E como sempre fiz na vida, prefiro pensar com a minha cabeça e agir, mesmo que seja de forma precipitada, do que não fazer nada. E, neste caso, até nem penso com o pénis, mas sim com a caneta…
Mais vale uma Caran d'Ache no bolso do que uma Montblanc e uma Cross na montra.
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