sábado, 5 de maio de 2012
Eu peniano, me confesso
Libertados que estamos do jugo da ortografia passada, neste mar de liberdade ortográfica onde cada um escreve o que lhe apetece e como lhe apetece, aproveito para navegar para as águas agitadas da política.
Depois de mais de duas horas de M. Samedy e M. Benelluxe, transmitidas em directo por nada menos que três televisões, só me resta esta opção.
Se Samedy é o valet de chambre de Mme. Merquela, M. Benelluxe é o Segurème de França, seguramente o candidato que diz o que todos querem ouvir, contrariando o Samedy que anuncia o que ninguém quer ouvir…
A história repete-se e depois do “runtos vamos conseguir” de Socretellium e do Mr. Bean de Valladolid, vamos ter o “ensemble il marche” de Segurinho e Beneluxe…
A França já teve outras quase esperanças. Na altura em que nos debatíamos com o candidato a filósofo e os seus socretinos, Royalmente acreditava-se que uma mulher iria ser a presidente de nos amis. Uma Marianne, bem simpática e sem barrete frígio, no bastião da república…Um sonho que não se concretizou, uma esperança que morreu e lá apareceu o Samedy…
Depois apareceu o New Gengis Khan, que trouxe a esperança de vir dizer a verdade sobre a Eles-ropa. Veio ou foi-se antes do tempo (o pronome reflexo pode ser colocado em qualquer dos verbos) e morreu para a política ao abraçar os prazeres carnais e ao trocar os comícios pelas orgias.
Agora Samedy defronta-se até à morte política e consequente advento de uma vida à grande e à francesa, num lugar discreto, antes da prateleira de luxo da Comunidade Europeia levado pelo seu adversário de promessa fácil, que vai insistir neste projecto fracassado da Europa solidária, onde os mais ricos de uns países pagam os desmandos de outros mais ricos em países mais pobres! Enquanto obrigam os seus concidadãos a uma carga brutal de impostos, fazem a caridadezinha de ajudar os mais pobrezinhos…Alguém acredita que isto dura para sempre? Haverá alguém de bom senso que pense que a união europeia apareceu com fins caritativos? Pelos vistos há, doutro modo ninguém se deixaria levar por estas histórias de embalar.
Hoje só uma hipótese me parece plausível: O fim da comunidade europeia, como a conhecemos agora. O fim da europeíte aguda. O fim do sonho que matou o nosso aparelho produtivo, a nossa agricultura, as nossas pescas, a nossa vontade de trabalhar e produzir e se transformou no pesadelo actual.
É por isso natural quem em todos os países da europa aparecem leaders, como Mme. Stylo, a defender o orgulho nacional, quais Mariannes (e o nome até é parecido), sem barrete frígio, mas de tricórnio ou chapéu de toilette e bandeira em riste a defender os seus países. Não me choca... Incomoda-me sim a demagogia dos que fazem promessas que não podem nem tencionam cumprir, dos que sistematicamente escamoteiam a verdade, dos cordeiros que vestem peles de lobo para assustar os mais fracos, das serpentes que rastejam aos pés dos poderosos e mordem os mais fracos a quem previamente retiraram a possibilidade de poderem ser assistidos num qualquer hospital. Metem-me noje os que querem aligeirar o Estado, mas começam por baixo. Revoltam-me os preferem não ler, mas conhecem tudo, revoltam-me os que não querem ver e tudo sabem….
Por isso, por mais demagógico que seja o discurso desta nova Marianne, tudo o que sirva para contribuir para o desmembramento deste monstro bicéfalo a que chamam, e insistem em chamar, comunidade, é bem-vindo. Mais demagógico é quem, contra todas as evidências, pretende continuar a convencer-nos que existe uma Eles-ropa social e solidária, a pagar as contas e uma Eu-ropa de férias a ter o proveito, a viver dos rendimentos dos outros. Essa é uma mentira que ninguém deve acreditar. Acredito sim que as convulsões sociais vão crescer, apesar do muito enraizado que está este mito das duas ropas.
E como sempre fiz na vida, prefiro pensar com a minha cabeça e agir, mesmo que seja de forma precipitada, do que não fazer nada. E, neste caso, até nem penso com o pénis, mas sim com a caneta…
Mais vale uma Caran d'Ache no bolso do que uma Montblanc e uma Cross na montra.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Mon Amy Samedi
Mon Cher Amy,
Tu sais que je
sui très amy de France. J’avais un grand amy, le Mediterrany, nous étions très
proches, mais il n’est pas pendent nous, maintenant. Il est parti pour le
paradis (Non. Non pas pour le Moulin !!!)
Alors maintenant
je veux faire une mission de conseil a toi. Tu as besoin de ça !
Il faut prendre
plus des arabes pour gagner les votations de droite ! Qu’ que tu
fais ? Vite, vite, allez y! Prend les plus que tu peu ! Pour gagner
plus a droite if faut aussi parler de France, le meilleur pays de Europe, e
même aussi de France et Ille de La Réunion ! Le hexagone magique, le pays
de Platini et de Zidane (n’hésitez pas a une cabeçade dans l’ennemi quand il
faux).
Il fuax aussi
remplacer les portugais pour les marocains et les noires dans les anecdotes
(oui, aussi dans le Languedoc).
La belle Carla
Passer-a-Ferro, peut se coller à gauche. Elle peut faire de meetings avec les
gitanes, fumer en places où il est interdit de fumer, se promener dans le
marais, avoir un copin gay e sur tout (très import) te mettre les cornes (ou
ç’est ça que tu penses, t’encorner). Toi tu fais de maride liberal por agrandir
à la gauche, mais en secret tu le prend dans la Bastille. Comme il n’y as pas
de prison dans la Bastille (je dors beaucoup dans l’opéra, Senat dans les
comemoratios du 25 ème Abril et cette Année je pas y allé), envoy le en secret
pour Madagascar et le sujet et resolvu.
Pour derroter ton
oponent (le Beneluxe) il faut decouvrir qu’il été nazi et très proche de
Goebbels. En secret dit a Figaro q’u tu te souviens de soirées a Bucareste avec
eu et Goebbels et le Folies Bergères (où Bucarest, où Budapest, tu voix le
meilleur, mais il faux choisir une place où tu as était).
L’idéal seria
arranger une liaison pendent M. Beneluxe et Madame La Espherográfique… Çá
marchais avec ginjas !!!!
Pour parler en
marchais, notre amy Georges il est party, aussi ? Je ne le vois il ya plus
longtemps !!!
Dites moi
quelques chose, j’ai sédations de te revoir, mon caramel !
Ton amy du fond
du cœur,
Mére de Just l’Airs
Nota do Tio do Algarve: Esta carta foi encontrada no acervo
bibliográfico do Tio Antoine Bernard de Sourire, Marquis de Gargallades (adido
diplomático da Santa Sede em Paris), e publicada de acordo com a sua grafia
original. Supõe-se que “amy” significará “ami”, onde se menciona “prend” pretenderá
o autor referir-se a “prender” (Emprisonner). Deduzo que seria “faut” que se
pretenderia escrever quando se usa “faux”, tu “as était” quererá referir-se a um
sítio onde ele tenha estado, e assim por diante. O Nome do autor por razões de
segurança nacional foi devidamente encriptado.
sábado, 28 de abril de 2012
Estandartes & Pobrecitos
A E & P (Estandartes & Pobrecitos) decidiu baixar o
rating de nuestros hermanos en dois níveis, passado a BBB+, Boa, Bonita e
Barata plus. Um porta-voz da conhecida agência de notação negou qualquer
relação entre este facto e a quantidade de presas dos elefantes, ou o número de
vezes que um caçador dos mesmos pode ter problemas músculo-esqueléticos
(palavra de 25 euros) na zona da bacia, na mesma semana.
De acordo com fonte que solicitou o anonimato, também não há
qualquer relação entre esta nova notação e a vida amorosa dos caçadores de
elefantes. Outra hipótese aventada mas excluída de imediato, pretendia
relacionar esta queda com a vitória do Bilbao sobre o Sporting de Portugal. Trata-se
de uma coincidência infeliz, garantiu o representante da reputada empresa em
directo das pampas argentinas, enquanto bebia um chá mate numa estação de
serviço.
O governo do jardim luso já expressou a sua solidariedade,
com um comunicado lacónico onde se fazia um paralelismo entre o Fado e o Tango,
ambos património imaterial da humanidade. O ministro do desporto, em comunicado
autónomo já expressou à Federação Internacional de Natação o seu repúdio pela
decisão de baixar o nível dos atletas envolvidos.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
O buraco da madeira
Claro que a madeira não tem buraco, nem luz ao fundo do
túnel. A madeira está toda esfuracada pelas novas térmitas insulares
(albertinium insulae) e a luz não aparece no fundo dos furados, porque estão
todos com óculos de sol.
Furadas estão também as carteiras dos que têm pago esta
festa da marabunta. Todo o dinheiro que lá cai, desaparece…
Subscrever:
Mensagens (Atom)