Gosto de coisas doces. Não exageradamente doces, da mesma forma que não gosto de pessoas dengosas. Há uma doce certa de açúcar que agrada e me faz querer um bocadinho mais. Se for exageradamente doce, enjoa. Se for de menos sabe a pouco e perde o interesse. Não faz jus ao nome…
Para além do açúcar, também a apresentação é muito importante. Uma apresentação cuidada, mas sem exagero de enfeito, que não se sobreponha ao conteúdo (neste caso o recheio do pastel de feijão), mas que desperte a atenção e entretenha o olhar…
E por último a textura, que se pretende aveludada, que deslize na língua, sem a agredir, mas que provoque alguma resistência, paras melhor saborearmos…
Enfim, estou a falar dos pastéis de feijão da pastelaria do patronato de Mangualde e quase me distraía. Desconheço se são candidatos às nãos sei quantas maravilhas gastronómicas de Portugal, mas poderiam ser…E é pena que não estejam listados neste site…
sábado, 27 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
A escrava Zara
A escrava Isaura é uma obra de ficção de Bernardo Guimarães, do final do séc XIX, transformada em novela no séc XXI.
A escrava Zara também é do séc XXI. Desconheço se será obra ou ficção. O estilo infelizmente é comum, apesar de pouco noticiado…
A escrava Zara também é do séc XXI. Desconheço se será obra ou ficção. O estilo infelizmente é comum, apesar de pouco noticiado…
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Nelas, Manelas? Força nas Canelas!
Foi preciso vir a tríade da Europa para falar de assuntos sérios e incómodos…. Com ar simples da sapiência que advém do bom senso, aliado certamente a uma discreta inspiração divina e aparente inocência lobística (não me rendi ao acordo, mas um neologismo dá um ar de intelectual, que fica bem), e que me faz pensar que os deveríamos considerar uma espécie de santíssima trindade terrena, lá falaram dum assunto tabu em Portugal: A necessidade de reduzir o número de Freguesias, Câmaras Municipais e outras que tais!
No meu passeio pela Beira Alta, passando em Nelas, lembrei-me das minhas primas de Canas de Senhorim, que fecharam a porta e não querem mais nada com ninguém. Ou pelo menos com desconhecidos, onde discretamente se inclui o Tio...Um pouco à imagem da realidade local. Recordo aqueles posts sobre Canas e a luta, pela elevação de Canas a concelho. Canas de Senhorim é uma terra deliciosa, com um Carnaval fantástico, com gente muito especial (certamente é a vila com mais blogs activos por cidadão, em Portugal), mas Nelas é a sede do Concelho e, pelo que parece, durante alguns anos ostracizou a bonita localidade de Canas…
Ora pode vir desta trindade terrestre e europeia a solução para este conflito, com um gesto simples! Aqui ficam várias possibilidades:
1. Concelho de Canelas, com a integração de Canas e Nelas
2. Concelho de Manelas, com a fusão de Mangualde e Nelas (lembrem-me de falar nos pastelinhos de feijão de Mangualde, sff)
3. Concelho de OHnelas, com a fusão de Oliveira do Hospital e Nelas
4. Concelho de Cacanelas, com a fusão de Canelas com Carregal do Sal
São várias possibilidades que não me chocam, desde que o Carnaval de Canas se mantenha por muitos e longos anos. O folclore da política pode abrandar, e Canelas pode servir para a opção 4, desde que se mantenha também o Carnaval de Cabanas de Viriato e se recuse liminarmente, nesta nova toponímia, a tentativa malandra de Cagarnelas.
domingo, 14 de agosto de 2011
Sonho de fato
Acordo e levanto-me. Tem sido sempre assim. Às vezes durmo menos, outras vezes pouco ou nada, mas levanto-me sempre. Muitas vezes a vontade é pouca, mas consigo sempre.
Levanto-me e vejo nas costas de uma cadeira do meu quarto o seu fato de treino azul.
Já lá estava quando me deitei. E tem sido assim nos últimos tempos… Invariavelmente. Sempre no mesmo sítio.
Recordo os nossos projectos de caminhadas, de ginásio, de tudo… E nada. Mas continua lá o fato, deixado por umas horas, que ficou como se fizesse parte da decoração do quarto. É um projecto adiado. É um facto.
Projectos? Sonhos?
Visto o meu pijama, como se de um fato se tratasse. Ando de fato, sonho de facto. Andarei a sonhar?
Adormeço e sonho. É um fato de sonho…
Levanto-me e vejo nas costas de uma cadeira do meu quarto o seu fato de treino azul.
Já lá estava quando me deitei. E tem sido assim nos últimos tempos… Invariavelmente. Sempre no mesmo sítio.
Recordo os nossos projectos de caminhadas, de ginásio, de tudo… E nada. Mas continua lá o fato, deixado por umas horas, que ficou como se fizesse parte da decoração do quarto. É um projecto adiado. É um facto.
Projectos? Sonhos?
Visto o meu pijama, como se de um fato se tratasse. Ando de fato, sonho de facto. Andarei a sonhar?
Adormeço e sonho. É um fato de sonho…
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