quarta-feira, 19 de maio de 2010

A reportagem

Vê-se que as unhas estão cortadas...





















O contraste entre as pedras da calçada, ou talvez seja melhor usar luvas com este telemóvel ultra sensível...

Incongruências 1

Num dia adiro ao grupo do Facebook, “Quero o 13º Mês, não quero o TGV”. No outro, dava o 13º mês para não ter este políticos que não sabem que o TGV não leva mercadorias, mas que nos levam 5 meses de ordenado, por ano, em impostos. É uma média, mas deixa-me apreensivo...

terça-feira, 18 de maio de 2010

Pequena memória justificativa de uma ausência

Pequena, mas verdadeira porque, desde que cheguei, penso responder aos emails, comments e mesmo visitar os blogs que visitava com frequência, antes desta fuga romântica para terras a oeste, no Reino de Sua Majestade.

Os meus seguidores merecem este gesto público, de apresentação de desculpas privadas e pedia, desde já, encarecidamente, que não fizessem nenhuma ligação entre este aparente luto e a vitória do Benfica no campeonato. Não foi isso e independentemente da nuvem ter origem no pó dos cachecóis encarnados ou no vulcão da Islândia (outro sucesso de governo europeu), também não teve grande influência nas minhas faltas. Na véspera do meu regresso ao Reino do Faz de Conta, resolveram abrir todos os aeroportos de Portugal e também todos os do Reino Unido (que pena…). Também acredito que a visita papal não teve nenhuma influência neste fenómeno da segunda circular (espero que extemporâneo), no meu regresso, ou no fim do Ex PEC (Paga E Cala) e começo do novo PAC (Paga Antes que te Calemos de vez). E não venham com bocas por causa dos sapatos vermelhos.

Ainda não foi desta que desapareci, depois de um ataque de algum monstro, não de Loch Ness, nem de Bae Caerdydd (já tenho saudades…), ou seduzido por alguma uma galesa, ruiva, de olhos azuis, a falar a língua dos elfos. Nunca vi nenhum elfo a falar, mas como também não ouvi nenhuma galesa a falar galês, a minha certeza mantém-se: Os elfos falam galês.

Bem, mas a verdade é que assim que regressei, para além das minhas tarefas habituais, lá voltei à Escola, para dar umas aulinhas. Este regresso ao ensino também não teve nada que ver com a injustiça feita à Bruna Real. As saudades eram muitas e a massaroca também vai dar jeito, para compensar o que nos vão tirar este ano e seguintes. O que não estava à espera era de ter que fazer de novo o curso de Formação de Formadores, depois de já ter renovado o CAP uma vez e de ter recebido (prevenir, prevenir...) formação para o renovar segunda vez. Mas…. Deixei passar o prazo e não adiantou nada. Caducou, como a esperança de muitos nas medidas do governo. O que não caducou foi a minha vontade de repetir a experiência, e se tal acontecer, agradeço antecipadamente a Vossa Estimada compreensão.

Estou entretanto a pensar se no Arquivo Municipal de Mirandela não haverá interesse numa breve resumo da minha última peregrinação por terras de Sua Majestade.

Bem dada esta explicação, fazendo votos que as minhas desculpas sejam aceites, vou partir para a acção, de novo, a começar com uma reportagem fotográfica, como é habitual nestas situações. Até já!

sábado, 1 de maio de 2010

Omo lava mais branco

Foi um slogan que ficou definitivamente marcado na memória de muitos portugueses, utilizadores ou não do produto da Unilever, como é o caso. Até porque nunca fui grande fan do produto, sem qualquer desprimor para a qualidade do mesmo, ou da eficácia do produto ou das campanhas que antecederam e se seguiram a esta, que classifico como intemporal, também pelo facto de não saber exactamente de quando data, nem querer, sequer saber. Não quero escrever uma dissertação sobre o tema…

Não gosto, por que tenho ideia que a embalagem é branca e tem uma espécie de arco-íris verde e vermelho, ou verde e encarnado, tanto faz… Então e o que acontece às outras cores? Ficam brancas? Tem que se tudo a branco e branco?

Não gosto porque branquear recorda-me sujo, sugere transformar algo que não era próprio (oui, la France, toujours…), numa coisa limpa, tipo paraíso fiscal, ou exportação para República das Bananas.

Não gosto por sugerir que os outros detergentes lavem menos branco, mas tanto me faz. Cada um usa o que gosta e que o faz mais feliz.

Não gosto porque também sou do tempo dos glutões e nessa altura tinha dúvidas sobre a sua existência. Hoje sei que os glutões existem…

Não uso, mas não tenho nada contra as pessoas que usam…desde que usem com moderação e deixem de esparramar nas caras dos outros que o fazem, tipo orgulho omo... E desde que nos deixem usar outros detergentes, eventualmente mais ecológicos, mais amigos do ambiente, ou não o sendo, que simplesmente gostemos mais. Afinal não vêm, quase todos, da mesma mãe e do mesmo pai?

Nunca experimentei, nem quero experimentar… E só agora percebi porque não tenho paciência nenhuma para conversas sobre detergentes. Acho que deve ter alguma coisa a ver com ascendência russa e os Bistrot…

Sou da geração Presto! Mas sem glutões, nem micro taed… Presto, ma non troppo.

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