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domingo, 1 de abril de 2012

C U SUN


Quem me lê regularmente, sabe que só publico coisas originais, mas hoje decidi publicar esta cartinha do meu sobrinho e homónimo, que está fora. A cartinha foi escrita com o acordo ortográfico para inglês macarrónico. Modestamente, mas com segurança, tenho dado alguns contributos para este novo inglês, com inspiração no dito acordo português e num ex-primeiro-ministro que deu das entrevistas mais interessantes de sempre, num niu-inglish, baseado no idioma de Sua Majestade. Desfrutem e bom domingo a todos Ou como se diria nesse niu-inglish: Have laugh!!!!


Mai diar ankle,
I heard that ior agreement of writiing his been a suxess! Ior iconomy his mach better nau, I sink!!! Hier we don’t have a agreement of writing, so everybodi wrights as everybodi uants!!! Nobody understands ich other! Shame on us!!! I spik and right gut inglish, bat ui have mani people from abrod that don’t wright gud inglish. What do they want? They must lerne the inglish and spik and wright!

Ui don’t have that miracle colled Euro, also. Nobody understands nothis about iconomy! They just uant to spend uat they have, don’t make big debts as iou, so our iconomy doesn’t desinvolve laike our dear Portugal!

I have saudations of our diar Portugal, and ai uant to cee the marvelous Vasco da Gama bridge, a gud example of partnership, among the privates and government money. Those bloody communists and fascist say it costed three times, but dey don’t nou nothing about iconomy! The concrete bisness, as the they col it also the beton bisness! That’s what makes the world turn…

Ai hope to see iou soon and learn more about that uonderfull agreement of writing!

C U SUN,

ior nefeu,

Anthony Bernardation of Smiles (Esq. of Laugh)

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Mi Caro Hermano Pepe Platón

Escrevo-te em Português, para que me compreendas melhor. Como está o teu francês? Já arranhas alguma coisa, já dizes “mon ami”, com sotaque do “Midi”, como o teu patrono? Sei que já descobriste o que são os Hors d’oeuvre...

Agradeço a tua simpática carta de Abril, com todos os conselhos que me deste, mesmo sem tos ter pedido. Não serviram para nada, mas obrigado na mesma. Nunca dês conselhos a quem não tos pede…Aquele Tio é que escusava de a ter publicado. !Cabron!

Aqui a situação está muito melhor. O dezemprego (o mesmo que desemprego, mas em Dezembro) já passou os 20%, muito melhor do que aí… Tu ai tiveste umas manifs de um dia, contra os políticos em geral. Eu tive uns tipos acampados, já nem sei quanto tempo…

Tu tens alguns autarcas que mesmo com a crise se endividam para fazer ciclovias. Eu tenho todas as últimas quintas-feiras do mês manifs de bicicletas que me paralisam a capital por quererem ciclovias…

O gajo que te derrotou nas eleições, o Passione teve um acampamento de uma noite em frente à Assembleia, eu tive semanas nas Porta do Sol (e da Lua), que quase acabavam com o negócio das meninas…Tiveste alguém acampado à tua porta? Uma vígilia ou outra, isso nem conta.

Tu conseguiste acabar com a indústria do teu país, eu ainda tenho alguma coisa e estamos a comprar aí a tua, na tua terra. Tu queres o TGV. Nós já temos várias linhas do AVE…Queres comprar uma em segunda mão? Vendo-te um Talgo antigo, com bom preço. Fala com o Tótó e ele que aproveite meter isso no pacote para votar a favor do presupuesto 2012..

Dizem que eu pareço o Mr Bean, mas tu tens uma boquinha de Monalisa que mente com quantos dentes tem. Manda fazer uma limpeza, já agora também te dou conselhos. Somos irmãos carai!

Não sei se tenho alguma coisa aprender contigo, a não ser o controlo dos meios de comunicação social…Falei com os tipos que publicaram aquela notícia, a que te deixou fulo. ¡Hoder! Era mentira? Não me mandaste o tal Luís, em todo o caso, podia ter dado jeito, porque levei aqui um entalão com as municipais e decidi ir pela terceira via. Não me demito, nem vou a votos, saio mais cedo para ficar a aura do que poderia ter sido, uma espécie de promessa de D. Sebastião, que Uds. estão sempre à espera…E assim o Rubalito é que se vai lixar…

Aparece para irmos beber um copo. A crise existe, mas a movida também! E o Hot está cheio de frutas novas, acabadinhas de chegar da Argentina, Venezuela, México e Brasil, também… Não tenhas medo dos pepinos de cá do sítio. São de confiança! Essas notícias da bactéria foram só para lixar um pouco mais a nossa agricultura. Coisas da Merquela, como o costume.

Saludos ibéricos.

José Bin

P.S. (sempre): Se não te lembras do que me mandaste, vê o blog do Tio, que o tipo publicou a carta. ….Foi uma noite no Fortuny, distrai-me mostrei-lha e pronto, lá foi….

sábado, 3 de setembro de 2011

Reforma e reingresso.

Exmo. Senhor Doutor António Bernardo Risos,

Acusamos a recepção do vosso pedido de reforma antecipada, datado do passado dia 31 de Julho de 2011. No mesmo requerimento também se disponibiliza V. Exa. para continuar a exercer a sua actividade profissional, nos mesmos moldes que vinha fazendo até agora. Cumpre-me assim informar V. Exa. que após processo de análise e consulta, foram deferidos os dois pedidos. Assim, com efeitos retroactivos a partir de 1 de Agosto, passou V. Exa. a exercer a sua actividade profissional na qualidade de aposentado.

Nos termos do código de boas práticas em curso para o sector, devo adverti-lo que, nessa condição (reformado no activo), o tempo de serviço não é susceptível de contagem para efeitos de reforma, uma vez que já está aposentado. No entanto, a assiduidade é tida em conta para gozo de férias, que podem atingir os 28 dias úteis, de acordo com o preconizado no número 1, alínea a) do decreto 111.

É meu dever também alertá-lo para o seu enquadramento na estrutura hierárquica do serviço. Como reformado não terá subordinação hierárquica, passando a exercer a sua actividade, nos termos da alínea a) do artigo 2 do decreto 111, com equiparação a profissional liberal. O acréscimo de 25% pela isenção de horário, incide apenas no ordenado da actividade a desenvolver e não sobre a pensão reforma. A acumulação do vencimento com a pensão é permitida nos termos do número 1 do artigo 1º da Lei Geral da Assessoria do e das Nomeações Políticas.

Por último, cumpre-me dar-lhe conhecimento da deliberação do Conselho Superior das Reformas Antecipadas e das Nomeações Políticas sobre o período em que esteve a exercer a sua actividade profissional, já depois de 40 anos de trabalho. O Conselho, tendo em consideração que esse período de tempo foi um período de tempo efectivo, já passado, e por isso não podendo ser revertido, deliberou por unanimidade, que o mesmo lhe fosse pago como trabalho extraordinário, com um coeficiente de 100% sobre o valor médio das horas pagas no último ano da sua actividade profissional antes de lhe ser concedida a reforma. Deliberou ainda o Conselho que as férias correspondentes a esse período (34 dias úteis), poderão ser gozadas até 31 de Dezembro de 2016, dia em que prescreverá esse direito. Este gesto deverá ser entendido como da mais elementar justiça para quem dedicou mais de 40 anos da sua vida profissional aos outros, servindo de incentivo para as gerações seguintes e de elemento motivador para esta nova etapa da sua vida profissional.

Bem-vindo a esta nova fase da sua vida profissional: a de reformado no activo.

O Ministro das Reformas Antecipadas e das Nomeações Políticas,



(assinatura ilegível)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Reforma antecipada

Exmo. Senhor Ministro das Reformas Antecipadas e das Nomeações Políticas,
Excelência,

O cidadão, abaixo assinado, António Bernardo Risos, vem muito respeitosamente solicitar a Vossa Excelência que se digne deferir o pedido de reforma antecipada e posterior contratação pelo estado, com o mesmo vencimento, para a mesma função, em regime de acumulação. Esta pretensão é sustentada pelo facto do signatário exercer a sua actividade profissional há mais de 40 anos, a saber:

1. Anos de actividade profissional no Algarve, enquanto residente no Porto: 5 (cinco)
2. Anos de actividade profissional no Porto, enquanto residente no Algarve: 6 (seis)
3. Acréscimo de anos, por deslocação da sua residência, com coeficiente 100%: 11 (onze)
4. Anos de actividade profissional no Porto, enquanto residente no Porto: 1 (dois)
5. Anos de actividade profissional no Algarve, enquanto residente no Algarve: 1 (um)
6. Acréscimo de anos, por actividade profissional na sua área de residência, com coeficiente 50%: 1 (um)
7. Acréscimo de anos, por desenvolver actividade profissional em região com mais do 50% de dias com sol: 5 (cinco), ou seja 5 anos a 100%
8. Acréscimo de anos, por desenvolver actividade profissional em região com menos de 50% de dias com sol: 6 (seis), ou seja 6 anos a 100%
9. Acréscimo de anos por stress de deslocações: 2,2 (dois anos e duas décimas de ano), ou seja 11 anos a 20%
10. Acréscimo de anos por stress de trânsito em zonas balneares: 1 (um), ou seja 5 anos a 20%
11. Acréscimo de anos por stress de trânsito nos períodos “in itinere”, em estradas com grande probabilidade de encontrar turistas oriundos do Reino Unido, África do Sul ou outros países com circulação à esquerda: 2 (dois), ou seja 5 anos a 40%
12. Acréscimo de anos por risco de encontrar famosos em praias públicas: 5 x 126 dias x 50 %= 315, arredondado, 1 (um ano), valor mínimo definido por lei para este acréscimo.

O signatário aceita que o reembolso dos 1,2 (um ano, 4 meses e 13 dias) de actividade profissional que já exerceu a mais do que os devidos 40 anos, lhe sejam pagos em simultâneo com os seus direitos vencidos, na data em que lhe vier a ser concedida a aposentação.

O signatário explicitamente declarara ainda que aceita ser colocado no mesmo lugar onde agora exerce a sua actividade, no caso de lhe vir a ser deferida a sua pretensão.

Espera deferimento,

De Vossa Excelência, muito atentamente,


António Bernardo Risos

terça-feira, 26 de abril de 2011

Carta ao Ministro

Ao Excelentíssimo Senhor Ministro da Boa Vida,


Excelência,
Os mais respeitosos cumprimentos.
Dirijo-me a V. Exa. na qualidade de Director Geral do Instituto da Galhofa, do Riso Sarcástico e da Gargalhada, a propósito do louvor que me foi concedido, publicado no Diário do Desgoverno de 26 de Abril, do calendário gregoriano, de 2011.

Tendo já remetido ao Senhor Presidente do Instituto uma carta de agradecimento, humildemente, sem pretender de forma alguma ultrapassar a hierarquia do estado da coisa, animado apenas pelo dever cívico e moral de reconhecer o gesto, atrevo-me a dirigir-me a directamente a Vossa Excelência.

Quando no passado dia 21, quinta-feira, quase ao final da manhã, saí com a viatura do Instituto que me está distribuída, para recolher a minha família em casa para gozo de um breve período de repouso, aproveitando a tolerância de ponto concedida a todos os funcionários públicos, estava longe de imaginar esta surpresa, certamente imerecida, pois apenas me limitei a interpretar o que me pareceu ser o espírito do diploma da tolerância de ponto da quinta-feira santa (continuo a escrever santa em minúsculas para que não se pense que sou dos que se ajoelham).

No dia imediatamente anterior, ao tomar conhecimento desse gesto nobre do nosso grande leader, limitei-me a pensar naqueles que se iriam deslocar para longe, para junto da família, ou das praias algarvias e outros destinos, como o caso do Senhor Presidente do Instituto que, sabendo das dificuldades que o povo sente, entendeu não ocupar um quarto de Hotel no Algarve, preferindo sacrificar-se com uma deslocação para um lugar remoto (desterrado seria a palavra mais correcta), deixando assim mais disponibilidade para os nossos compatriotas no nosso país. Ir para o Senegal, de armas e bagagens, ter de caçar, talvez para comer, é um gesto que enobrece e que todos as portuguesas e portugueses, deviam conhecer…

Enfim, foi com algum desprendimento, tenho que confessar, que decidi dar tolerância de ponto também na terça-feira de manhã a todos os funcionários. A responsabilidade foi exclusivamente minha, uma vez que o Senhor Presidente estava já incontactável, arriscando a vida contra os rinocerontes, na selva africana, pois que para dar mais espaço às portuguesas e portugueses na quinta-feira, entendeu sacrificar alguns dias de férias e partir mais cedo. Pensei sobretudo nas famílias que, com um pequeno gesto, poderiam ficar juntas mais um dia. Pensei também na segurança rodoviária, evitar acumulação de trânsito na segunda, evitar deslocações, à noite, quiçá depois de um dia cansativo em família, podendo fazê-las tranquilamente com a luz do dia. Pensei ainda nos Hotéis e no Turismo e na importância que a actividade turística tem para o país. Pensei também nas eleições que se avizinham e na importância da reeleição, do nosso grande leader e irmão. Pensei nos nossos camaradas deputados da capital, mas eleitos por círculos distantes e que não têm nada a ver com eles que, deste modo poderiam estar alguns dias e, quem sabe, participar nalguma comemoração do dia 25….

Nunca poderia imaginar é que esse pequeno gesto seria observado e, menos ainda, reconhecido por Vossa Excelência. Fi-lo com o sentimento de quem cumpre um dever para com o estado e os seus cidadãos. Bem-Haja, Vossa Excelência, por ter notado um gesto tão pequeno, de um humilde servidor….

Ao despedir-me, tomo a liberdade de recordar aquelas situações de junho, que falámos no congresso. E ficava a paridade assegurada, Porto e Lisboa, com apenas dois dias de tolerância, assegurávamos uma semana no Porto e outra em Lisboa…Lembre-se da asneira do carnaval, dos outros…


A bem de nós e do nosso grande leader,

Permita-me um abraço fraterno, de gratidão,

António Bernardo Risos Y Risos

sábado, 23 de abril de 2011

Letter to my brother Cameroon

My Dear Cameroon,

I hope you remember me. We first met when I was acting as Chief of Ministers, do you know what I mean? I must be the chief of them all, so we have identity, no matters what side we look, to governance of the country.

We already changed the name of that Old British colony in the south of portugal, now it is Allgarve, wich stands for everygarve. We heard Lord Algarvium about it, and he gave us a big lough, sou we sought (fok the automatic corrector) he loved the ideia…It is more English and easy to speak for you…
I´m writing to you, to ask for invitations for the Royal Wedding, or marriage, fok the corrector automatic. We loved to go do London in Easter time. Harrods is beautiful, and the first lady loves shopping there…
The Libia was a mistake, sorry to tell you. You have not the Mounty to win that battle, so don´t beggin it, fok! You need also advise from Louis, very bright and handsome man in my court, fok again the automatic corrector. We love the French, but don’t trust them very much, you kwou what I mean? Put the Germans on the noise, fok! Say they a secret packt with the coronel, because of the oil, and the shit hits the ventoinha and spreads to them alll…

Look, sink (fok the corrector) of the invitations, OK? We could take the chance and sign a treaty about Allgarve or about Madeira. We could change the name to Woodland… What do you sink? (fok the corrector)… Just a coincidence the invitation and the treaty... Is just to take the chance of the trip, OK?

So long is going this letter, so I must put an end to it…Have a nice Easter Hollidays. I am since yesterday in vacations, because we give the point tolelarantion to civil servants. Four days reposal is good to rest a bit and I gain votes… ;) The other Rabbit is F. with me. I ate it in cebolation. Big laf, ah, ah, ah!

Big embrace to you and don´t forget the invitation!

Youres,

Joe

P.S. (always!): Have a good Easter. Here we don't have Easter. I ate the rabbit, the bunny and all the eggs ...

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Carta à mi hermano

Mi Caro Rosé,

Como sabes mi espanhuel es bonssimo y entonces lo tengo que usar, para que me comprendas mejor. ¡Que saudades tengo de estarmos runtos!

Aqui los de la prensa descobriram mi acordo com la Merkela. ¡Hoder! Fiquei fulo de la vida com esta notícia de la prensa. Haz clik para verla. Eses tios del SOL san peores que el Tio del Algarve. Nom me dan descanso, deve ser de la relacione de Costa del Sol com Algarve…Aún intentei las autonomias “à la Portuguesa”, pero no há pegado….Tengo las CCDRs que san unas caralhadas que no sirvem para nada, seriam unos buenos Governos Autonómicos, pero num deu. ¡Que pena! Ahora ténia 5 regiones y nom um pais de la treta…

Eses tios del Sul, descobriram mi escenário todo y fiquei com la careca al Sol. Los de la TVI son la mesma cosa. Mostraram-me em directo enquanto hacia la preparaciona para el directo de la demissona. ¡Hijos de P… !

Te digo que te prepares. Tienes que criar un facto politico, como un caballo de Tróia, no te equivoques, no es un caballo de Troika, para cair el goberno e gañares más vuetos…

Estoy seguro que RUNTOS CONSEGUIMOS, es necessário es seguir nuestra estratégia com rigor. Solo la estratégia tiene que ser rigurosa, el gobierno no, claro!

El Tren de Alta Velocidade, sigue en construcción, entre el nuevo aeropuerto de Poceirau e Caia y asi más cerca de España, para los españoles de Badajoz venirem a compras a El Corte Inglés de Lisboa, que está precioso. Com dos líneas de metro. Imagina tu. Me comentan que les gusta mucho a los portugueses iren a Vigo al Corte Inglés, pués que vengan los espanholes (no me entiendo com la ñ) al Corte Inglés de Lisboa ó de Oporto, carai! ¡Sin la TGV era imposibel! Y de Oporto a Lisboa va a ser un rato. (es rato ó gato, que se disse?)

De Lisboa para Poceirão temos que colher um avión, por já no me dejan hacer esa línea…. Que pena. Un poquito más y cerrava o proceso!

Un abracillo fuerte de tu hermano de portugal (ahora com un acuerdo hortografico se escrive com letra pequena),

Rosé

domingo, 10 de abril de 2011

Carta à madrinha

Querida Ângela


Espero que estejas bem, na companhia de todos os teus, na graça do Nosso Senhor do Banco Central. Nós por cá vamos como sabes…

Estiveram cá aqueles dois amigos teus, e recebi-os lindamente. Para evitar bocas reaccionárias sobre gastarmos muito dinheiro numa época de crise não os levei ao eleven. Já estou farto de bocas desses tipos que se pudessem faziam a mesma coisa que nós. Como não podem fazer, ficam furiosos…Assim achei melhor e mais discreto, um pequeno banquete, cá em casa (a que tu conheces, lá para S. Bento). Fiz tudo o que eles mandaram, mas os portugas não perceberam nada! Burros! Acharam que aquela ideia das novas medidas para os lixar eram minhas, imagina só! Que galhofa…Parti-me a rir quando começaram a dizer que eu tinha combinado tudo contigo e com o Molão, vê bem! Essa grande mula é que se safou aí na Comissão Central. Já viste como está gordo? Parece um porco, pronto para a matança (ia dizer boi, mas pode ser mal interpretado) …

Acabei por os comer a todos de cebolada! Coelhinho de cebolada, assado em cavacos do campo, uma delícia…E acompanhei o coelhinho com a lebre do Loucinha, que me soube muito bem !!!! O que me ri. Só tu sabes (tu e aquele teu ministro dos negócios estrangeiros, sabes, aquele que gosto muito)… Agora ando a arrastar a asa ao Janelas, para ver se o enrolo. Ainda vai dar um pratinho jeitoso…

Demiti-me com um daqueles gestos teatrais que tenho que te ensinar, pois a tua imagem anda mal cuidada. Lembra-me de te apresentar o Luis, que tem muito jeito para a imagem, numa próxima vista. Tu trazes-me o tal ministro e levo-te o Luis.

Voltando ao assunto, consegui sair por cima (o que eu gosto mais, como sabes), a culpa do pedido desta semana dos mil e quinhentos, foi deles, por chumbarem as medidas extraordinárias que os teus rapazes tinham dito! E agora vou obrigá-los a fazerem o pedido grande, aos tipos do Fundo de Estabilidade! Com isto tudo, claro que a culpa deixou de ser da crise internacional, para ser dos camelos das oposições e já os comecei a tratar abaixo de cão e no plural! Tenho-me fartado de rir…

Por falar em crise, viste os gajos da Islândia? Cabrões, safaram-se! Bateram o pé e estão a cumprir. Já anda toda a malta a falar deles. Aqui tive que proibir as notícias sobre o assunto. Está congelado. A Irlanda também já está a safar-se… Daqui a pouco ficamos só nós e os gregos.

Bem, tenho de acabar por vou para o meu palco interno, para a aula magna. Há quem lhe chame congresso e eu alinho nisso. Ainda ninguém reparou na oportunidade das datas! Se puderes manda-me o tal rapaz, pois preciso de umas ideias para lixar os tipos da TVI, que andam a levantar cabeça outra vez. Aproveitamos para fazer mais um acordo, qualquer coisa sobre o nuclear ou os gays, que o Loucinhas e o irmão do Janelas andam-me a roubar esses votos todos, e tu precisas de melhorar a tua imagem nessa área.

Um beijinho grande para ti, e abraços ai à rapaziada.

Teu,

Socratellium

PS Vais ao festival DIXIELAND de Dresden? Continua a ser muito giro, vai lá muita gente e podias aproveitar para ganhar votos e melhorar a tua imagem!

domingo, 12 de abril de 2009

E-pistola aos plagiadores

E-pistola segundo S. António, o Galhofeiro

Naquele tempo preparavam-se os ímpios para o Pascoanço, tempo de grande alegria e júbilo, onde tradicionalmente eram perdoados todos os pecados de copianço a quem cumpria rigorosamente o jejum de 40 páginas por dia.

Eram os ímpios chamados pelos censores e verificado o jejum, poderiam caminhar livres desse ónus do copianço, que grassava na sociedade da altura.

O profeta António, professava a Verdade e com ela vivia, em todos os dias da semana, na sua casa e no seu ofício. Por esse facto o concubinato com a Verdade era encarado e aceite como um sacrifício e a bem do descanso de consciência e da pureza de vida que tinha como sua grande orientação. Verdade era uma mulher que havia sido abandonada por todos, pelo seu carácter recto e duro, apesar da sua beleza natural, e a quem António havia dado o nome da pequena aldeia do grande país da Tanga, pois que quando a encontrou estava tão maltratada que desconhecia o seu nome, as suas origens e a sua espécie.

Alguns ímpios das grandes tribos, para se evidenciarem aos seus censores, usavam textos de orações de páginas que não eram deles. E faziam-nos repetidamente, sem conhecimento dos seus autores que, em Verdade, desconheciam este uso das orações que com tanta devoção tinham construído, algumas também com a ajuda de António.

Um dia, nesse período da Copiresma, um grupo de peregrinos, viajava de terra em terra, com as orações que tinham ouvido no acampamento da grande Tribo. Eram discípulos do Tuíttero, um pregador que havia chegado de novo ao acampamento, e que também era conhecido por Língua de Mel, tão doces eram as suas palavras e tão bem instalado no governo do acampamento estava.

Chegou ao conhecimento de António que estes novos peregrinos tinham chegado a Verdade e lhe queriam falar, para com ele jejuar em conjunto, pois que já era grande a reputação de António, entre as tribos do Norte e do Sul.

Como era de bom uso e costume, António deu-lhes a palavra, pois que eram visitantes e, com surpresa de António e de Verdade, eis que começam a ler a página que ele próprio, em Verdade havia escrito tempos antes. Não os interrompeu, pois que era um homem ponderado - havia sido educado numa tribo das montanhas, lá para a Helvécia, a expensas de seu Pai e dele próprio - e porque também queria que, em Verdade, usassem a sua palavra.

Terminada a sessão, estranharam os visitantes que nada dissesse e insistiram, para dele ouvir alguma leitura das páginas sagradas. Após alguma insistência António levantou-se e brandido o seu cajado disse, com a sua voz forte, grave e serena:

Aqui, em Verdade e pela Verdade vos digo: Podeis ler e copiar as minhas páginas, quando por bem vos aprouver, se for para difusão da Verdade e para Homens e Mulheres justas, mas por bem haverão de referir a fonte dessas palavras e dessas páginas.

Se me citardes para vos agigantardes, ou sobressairdes aos outros irmãos e irmãs da vossa ou de outras tribos, qualquer que seja o vosso acampamento, há de cair sobre vós o opróbrio e vós, as vossas famílias e amigos serão classificados como Plagiadores, o que nalgumas tribos do Gov e da Uni é aceite, mas aqui, nos territórios de Verdade é motivo de vergonha e chacota.
Comei, bebei e descansai. Ide amanhã pela manhã, em paz, levando esta mensagem a todos os povos e tribos.

Se vos encontrar de novo citando as páginas da Verdade sem que a Verdade original seja referida, este cajado há de cair sobre as vossas páginas, marcando com o estigma do Plágio esses escritos.

Ouviram os visitantes num silêncio respeitoso, mas não temerário. Comeram, beberam e dançaram no banquete que em sua honra tinha sido preparado, não se tendo mais falado desse assunto. A partir dessa data, o profeta autor das páginas foi sempre citado.

E assim nasceu o culto da Verdade, naquelas terras, que antes eram dos ímpios e passaram a ser também da Verdade, desde essa altura e até ao presente.

Palavra da Internette.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Aos Incompetentes

Meus Caros,

Não percais a esperança. Enquanto há vida há esperança e o vosso esforço será recompensado. Há que seguir os mandamentos, da nova gestão. Lixar os colegas como acham que eles vos lixarão, se tiverem possibilidade. Lembrem-se que há sempre um Tio que vos protege. Nem hesitem, se alguém fizer ver ao mundo um pouco da vossa incompetência e se aperceber da vossa falta de qualidades, não percais a esperança. Assim que possível, com mentiras e enganos vingai-vos, e vingai-vos bem. Em EmpReza não se brinca.

Criai de imediato um BU-ATO, o mais reles e sórdido e longe da verdade que vos seja possível. Esforçai-vos bem, porque o caso é sério. As vossas incompetências não podem mostradas, nunca!
Insinuai tudo! Nunca digais nada por palavras vossas. Nunca!

Se alguém vos ferir, tentai matá-lo. Se alguém vos magoar matai-o e também aos seus colaboradores e amigos. Lembrai-vos que a vossa força está na desunião da equipa. Querem equipas coesas, com espírito de grupo? Isso é uma invenção diabólica, posta no Mundo para vos tentar. Não vos deixeis cair em tentação. É atirar a matar. Esquecer? Nunca! Perdoar? Jamais.

Postscriptum: Pronunciai o jamais à Portuguesa e não à francesa como aquele grande sacerdote da Margem Sul. Avé Grande Sacerdote! Ao pé de ti Baco é um amador! Mas não vai mais vinho para essa mesa! Todo o vinho para aqui, já e mais! Não tem nada a ver com jamais! Mais! E Bom!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Coisas de Família

Minha Cara Tia Cremilde,

Como também sou um tio, julgo que devemos ser primos. Imagino que também esteja ligada ao ensino...Descobri o seu blog por acaso e adorei. Não resistia a lê-la de vez em quando. Estou a sentir a sua falta. O que se passa? Cansou-se, casou-se ou divorciou-se dos seus leitores?
Será por causa da catequese que não lhe sobra tempo? Reconcilie-se com os seus leitores, sff
Se tiver tempo e paciência visite-me. Tenho uma secção dedicada aos tius... e às Tías, também...

Haja alguma alma caridosa que a faça ver a luz e regressar ao escutismo militante. Não podendo ser eu, pois que seja outro!


António Bernardo, tio do Algarve a morar noutro lado (por vocação...)

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